u2_1

Porquê participar em mobilidade europeia?



O que acha? Quais poderiam ser os principais benefícios para si e para o seu meio envolvente?

Acompanhamento on-line 16.11. – 25.11.2020

55 thoughts on “u2_1”

  1. A mobilidade europeia enriquece o ser humano a vários níveis: saber-ser, saber-estar e saber-fazer. A escola onde leciono já participa nas mobilidades europeias e tanto alunos, como docentes e não-docentes beneficiam de toda uma experiência e enriquecimento pessoal, profissional e cultural. Como docente verifico e adquiro novas práticas de saber-fazer que complementam o meu trabalho escolar. Paralelamente tenho a oportunidade de praticar e desenvolver a língua inglesa, que no meu quotidiano não o faço com tanta regularidade. Além disso, o mais enriquecedor, na minha perspetiva, é o facto de poder conhecer novas pessoas e fazer novas amizades em cada empresa que visito. Para concluir, não posso deixar de referir a experiência cultural, que não me fica indiferente.

  2. ALEXANDRE PEREIRA REIS

    É uma área de actuação profissional que me interessa desenvolver. A minha ligação com os programas europeus começou com o Erasmus (mobilidade entre universidades, e 2002), ao qual criei quase uma ligação emocional. Vi, em primeiro mão, os grandes benefícios que este tipo de programa pode trazer aos seus participantes.

    Vejo, também, com especial interesse e motivação a extensão destas oportunidades ao sector VET. Enquanto profissional de ensino, parece-me fundamental capacitar-me para poder integrar, desenvolver e executar este tipo de programas para que uma franja da população, frequentemente esquecida, negligenciada e até estigmatizada, possa ter acesso ao mesmo tipo oportunidades que eu tive.

    A participação no Erasmus é um marco indelével na minha trajectória de vida. Em retrospectiva, consigo perceber os profundos impactos pessoais e profissional que aquele iniciativa teve em mim. Há, claramente, um Alexandre antes do Programa e um outro depois. Esse crescimento e transformação deu-me as ferramentas para construir um percurso pessoal e profissional mais diverso, mais competente, mais autonomizado, mais culturalmente consciente e com uma mundividência que de outra forma não teria sido possível.

  3. Já participei em alguns programas de mobilidade europeia tendo adorado a experiência. Considero muito importante, não só para o desenvolvimento de competências dos alunos, mas também dos professores.

  4. Boa noite
    Na Escola Artística e Profissional Árvore verificamos que os Projetos de Mobilidade acrescentam valor a todos os envolvidos, alunos, docentes e não docentes.
    A experiência vivida pelos alunos, tem um verdadeiro impacto no seu futuro ao nível de aprendizagem, crescimento e enriquecimento pessoal. Desenvolvem maior autoestima, independência, responsabilidade e cooperação com os outros. Uma experiência única e cheia de vantagens!
    Até breve!

  5. Apesar de estar nos cursos profissionais desde o ano zero não tenho ainda experiencia neste tipo projetos. No entanto, não tenho dúvidas que estes programas de mobilidade reúnem um conjunto de mais-valias que vão para além da melhoria da qualidade do sistema educativo ao estimularem a criatividade individual através da experiência em instituições fora do país de origem. Não esquecendo que, quaisquer potenciais empregadores, em quase todas as áreas, vêm com bons olhos a experiência adquirida no exterior e o conhecimento obtido com outras línguas e culturas.

    1. Olá Carla. Este curso foi criada para iniciantes nos projetos de mobilidade europeus. O foco é a aquisição de uma visão geral sobre os aspetos mais importantes num projeto de mobilidade: desde a elaboração da candidatura, passando pela organização, pela implementação até à elaboração dos relatórios finais. A experiência Erasmus é, de facto, uma experiência transformadora, não só para os alunos, mas para todas as partes envolvidas. Continuação de um bom curso. Até breve!

  6. Desde que a escola se modernizou e aceitou no seio do ensino tradicional o ensino profissional, passei a ter todos os anos turmas de alunos de cursos profissionais. Fui diretora de curso do Curso de Animador Sociocultural e leciono a disciplina de comunicar em Francês a alunos de turismo, cozinha e cef.
    Foi neste percurso que me apercebi que o modelo escolar tradicional não poderia ser decalcado e aplicado ao ensino profissional. A própria progressão por módulos confere ao ensino e à progressão dos alunos uma plasticidade que os ensino dos cursos gerais e regulares não apresentam. Este facto origina que estes cursos comecem a ser procurados por alunos que pretendem seguir o ensino superior sem passar pelo percurso dos cursos de humanidades ou ciências… +
    Trabalhar com alunos de cursos profissionais significa colocar os olhos num futuro dali a 3 anos… e não 6 como no ens secundário.
    Os projetos Erasmus+ que a escola foi desenvolvendo, demonstraram a apetência e o valor dos nossos alunos quando confrontados com elementos de outras nacionalidades. Foi com este sentido, e esta experiencia em mente, que desenhei o projeto para os VET e que foi aprovado. A pandemia veio trocar as voltas ao desejo de muitos alunos de participarem em estágios no estrangeiro. Estes tiveram que se contentar com estágios diferentes dos habituais e partiram, com receio meio, meio habilitados e meio familiarizados com o ambiente profissional que teriam caso as circunstancias fossem outras.
    Mas surgiu esta oportunidade e como o projeto continua, vou aproveitar para ouvir, ler, ver e aprender.

  7. Estou ligada ao ensino profissional numa escola pública há 14 anos, desde a sua integração nas escolas secundárias. Nunca participei ou coordenei projetos de Mobilidade Erasmus, embora já tenha realizado formação em mobilidade no âmbito de outros projetos.
    Confesso que tenho dificuldade em enumerar vantagens dos projetos Erasmus, mas pelo facto de me lembrar de muitas!
    A nossa escola tem feito um grande investimento em projetos Erasmus+. Mas não tanto para projetos Erasmus direcionados para o ensino/formação profissional. E temos verificado que os alunos do ensino profissional não têm o hábito de participar no clube Erasmus+.
    Participamos há anos em projetos de mobilidade num consórcio com a CIM do Vale do Ave direcionados para a FCT do ensino profissional. Sem fazer uma análise exaustiva foi possível verificar um enorme impacto (impressionante mesmo!) ao nível das competências transversais, como a autonomia, as competências linguísticas, a responsabilidade, as competências de socialização e, principalmente, a autoestima dos alunos que participaram.
    A mobilidade europeia poderá também corrigir e diminuir assimetrias sociais e económicas entre os alunos na medida em que é muitas vezes a única possibilidade de alguns alunos viajarem e alargarem horizontes e terem experiências disruptivas de complemento da formação escolar.
    Quero acreditar também que são um meio de criar uma identidade comum entre os jovens europeus, baseada na sua história e nos valores europeus como a liberdade, a democracia, a igualdade e a fraternidade.

  8. O vídeo resume muito bem aquilo que de bom os projetos Erasmus KA1 trouxeram (e esperamos que em breve possam continuar a trazer) à Escola Profissional de Torres Novas. Muito bem conseguido!

    1. Olá Catarina. Muito obrigado por partilhar a sua opinião connosco. É muito importante saber o que pensam os nossos participantes. Continuação de um bom trabalho e até breve!

  9. Num mundo cada vez mais globalizado, um projeto de mobilidade europeia constitui uma mais valia para uma escola profissional de qualquer país. A motivação e a aprendizagem transversal e linguística trazem grandes benefícios aos alunos e formandos em qualquer área de estudo, uma vez que podem conviver com outros colegas da mesma área mas que trabalham em realidades diferentes. A colaboração e interação dos vários atores (formandos, tutores, formadores, empresas) aproxima os cidadãos da Europa e permite uma aprendizagem coletiva e transversal para um objetivo comum: formar profissionais completos, motivados e multifacetados.

  10. Boa tarde,

    Parabéns pela iniciativa, com o mundo em total transformação nunca é demais a partilha de conhecimentos e experiências pela área de formação e educação dos jovens no mundo globalizado do dias de hoje…Neste sentido, pretendo promover o desenvolvimento de competências profissionais através do contacto com novas realidades e metodologias de trabalho a nível internacional, partilha de conhecimentos, novas práticas de trabalho. E sem esquecer a parte emocional e social de cada elemento, fatores cada vez mais importantes enquanto competências de desenvolvimento pessoal e profissional.

  11. Uma mais- valia para todos os membros da comunidade educativa.

    Uma partilha de boas práticas que leva a toda uma nova dinâmica nos métodos de ensino-aprendizagem.

  12. As mobilidades europeias alocadas ao desenvolvimento de projetos, revelam-se de grande importância, como mencionado no vídeo, para os vários intervenientes, criando novas dinâmicas de trabalho e de desenvolvimento pessoal. De forma geral, contribuem para a construção do Plano Europeu, do sentido de cidadão europeu, mas sobretudo para fomentar uma novo envolvimento dos alunos, muitos com menos oportunidades. Pertenço ao Agrupamento de Escolas N.º 3 de Elvas, e em tempos tivemos na escola participação em Projetos Europeus, os quais estamos a retomar no programa Erasmus+. A proximidade com a fronteira, faz-nos ter mais acesso a uma outra língua e um entendimento de como a colaboração dos povos, num contexto e interioridade para ambas as partes é importante. Certamente as experiências partilhadas, permitem a todos o desenvolvimento de competências diversificadas e novas oportunidades.

  13. A mobilidade Europeia seria uma mais valia pela partilha de experiências e de trabalho colaborativo. Será sempre uma aprendizagem. Para os alunos será o concretizar de um sonho a possibilidade de sair do país e conhecer e contactar com novas culturas e novas tradições.
    O meio envolvente à escola Básica de Arões é pobre e os alunos na grande maioria não têm grandes ambições em seguir os estudos. A existência de mobilidade Europeia será um desafio e seria um incentivo ao conhecimento.

  14. O Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita concorreu e teve um projecto de mobilidade aplicado a todos os alunos dos nossos cursos profissionais, infelizmente não chegámos a concretizar uma vez que a partir de Março de 2020 estivemos em confinamento. Tivemos um trabalho de selecção e de preparação dos alunos para este programa e depois nada pode acontecer. Foi a desmotivação total dos alunos, pais, professores. Agora parte dos alunos a quem se destinavam as mobilizações já não estão na escola e por este caminho os do 12º ano deste ano, que teriam oportunidade de ir em março também já não irão.
    vamos aguardar por melhores dias. O projecto, é muito interessante e temos muitas expectativas de o vir a experenciar.
    Temos previstas mobilidades para todos os 6 cursos profissionais da escola.

  15. Bom dia,

    Parabéns por esta iniciativa.

    Sou a Ana Paula Pereira e trabalho na Escola Profissional de Odemira, no Alentejo Litoral do nosso bonito país. Sou aquilo que um dos nossos parceiros holandês chama a embaixadora Erasmus+ da minha instituição. De forma intermitente, temos ganho com os projetos de mobilidade desde 2008.

    Considero este projeto uma mais valia para todos que nele participam e, a meu ver, a maior mudança está na mudança das competências pessoais e sociais dos participantes. A autonomia, o respeito pela diferença e até a auto confiança são aspetos primordiais neste tipo de projeto.

  16. Boa tarde a todos
    Sou formadora na Escola Profissional de Tomar nas disciplinas de Inglês e Comunicar em Inglês, e acumulo as funções de gestão dos Projetos Internacionais na escola. Já tenho alguma experiência em Mobilidades, mas há sempre espaço para melhoria e a partilha de conhecimentos e saberes, estratégias e experiências são sempre cruciais – o caminho faz-se andando, e quando há “tropeções”, é sempre bom haver uma mão que ajuda a levantar. Os projetos de mobilidade na nossa escola – tanto no papel de entidade de envio como de acolhimento – têm deixado sempre mais-valias para todos os intervenientes, a nível profissional e pessoal. Espero colher deste MOOC novas formas de melhor gerir os projetos que temos em curso e, na medida do possível, contribuir com a nossa experiência também!

    1. Boa tarde, Angela. Muito obrigado pela partilha. Esperamos que este curso seja uma oportunidade para reforçar as suas competências na gestão de projetos de mobilidade europeus. Boa continuação do curso, até breve!

  17. Boa Tarde,

    Eu sou da Escola Profissional Cenatex. Nós temos tido mobilidades Erasmus +. É muito interessante para o crescimento pessoal e profissional dos nossos alunos. Temos ainda a experiência de uma aluna que foi convidada para trabalhar em Itália na empresa onde estagiou. Esta experiência serve ainda para os alunos enriquecerem a sua cultura geral e as suas competências na área.

  18. Maria João de Magalhães Seruca de Oliveira

    Bom dia!

    Inscrevi-me hoje na formação e tive conhecimento através de um e-mail enviado pela minha técnica de acompanhamento de projeto KA1 que coordeno. No meu Agrupamento temos vários projetos Erasmus + em andamento (KA1 e Ka2). Gostaria de aprender mais sobre o sistema ECVET. Pretendo aprender mais sobre este tipo de iniciativa e gostaria de criar mais oportunidades na minha escola para os alunos dos cursos profissionais.

    1. Boa tarde, cara Maria João.
      Muito obrigada pela sua participação neste MOOC. Nos módulos seguintes, poderá encontrar mais informação sobre o Sistema Europeu de Créditos para o Ensino e Formação Profissionais (ECVET), que, certamente, a vai ajudar. No entanto, não hesite em colocar qualquer questão. Boa sorte!

  19. Albino Pereira | AEVilela

    Bom dia!

    Exerço o cargo de Diretor num Agrupamento de Escolas que integra também cursos do Ensino Profissional.

    Usufruimos do programa Erasmus+ desde o seu início (já por cá andamos desde 2009, nestas lidas de projetos europeus).

    As vantagens são inegáveis – para os participantes (incluindo-me a mim) e para a instituição. Muitas das revoluções que fomos implementando na forma de estar e de fazer ensino foram inspiradas por estas experiências.

    Temos vários KA2 e KA1 em funcionamento e encontro-me aqui para aprender um pouco mais.

    1. Boa tarde, Albino.
      Muito obrigado pela partilha da sua experiência. É muito bom saber que o seu agrupamento já tem bastante experiência com os projetos Erasmus e que tenham conseguido tirar proveito dessas experiências para melhorar o vosso ensino. Com este MOOC, terá certamente a oportunidade de reforçar algumas competências de gestão de projetos europeus. Continuação de bom trabalho! Até breve

  20. Olá Helena,

    De facto, em Portugal, o EFP ainda tem essa conotação – o de ser um tipo de formação para um público-alvo que o escolhe por estar em risco de abandono, um ensino “mais fácil”, de forma errada na nossa (ENNE) opinião, porque é um tipo de formação muito válido e cada vez mais necessário, há muitas áreas profissionais com escassez de recursos humanos qualificados e esse é também um dos objetivos do consórcio ENNE, contribuir para alterar essa ideia errada, sabendo que o público-alvo que o frequenta está muitas vezes desmotivado. Os projetos de mobilidade podem sem dúvida contribuir para alterar essa visão, não só porque essa não é a realidade noutros países Europeus, mas também porque traz uma nova abordagem e prática para formandos e formadores. Obrigada por partilhar connosco esta opinião, esse é um excelente tópico para ser trabalhado no âmbito de um projeto europeu. Continue a partilhar connosco. Até breve. Cláudia Amaro

  21. Olá Helena,

    De facto, em Portugal, o EFP ainda tem essa conotação – o de ser um tipo de formação para um público-alvo que o escolhe por estar em risco de abandono, um ensino “mais fácil”, de forma errada na nossa (ENNE) opinião, porque é um tipo de formação muito válido e cada vez mais necessário, há muitas áreas profissionais com escassez de recursos humanos qualificados e esse é também um dos objetivos do consórcio ENNE, contribuir para alterar essa ideia errada, sabendo que o público-alvo que o frequenta está muitas vezes desmotivado. Os projetos de mobilidade podem sem dúvida contribuir para alterar essa visão, não só porque essa não é a realidade noutros países Europeus, mas também porque traz uma nova abordagem e prática para formandos e formadores.
    Obrigada por partilhar connosco esta opinião, esse é um excelente tópico para ser trabalhado no âmbito de um projeto europeu. Continue a partilhar connosco.
    Até breve.
    Cláudia Amaro

    1. Olá,

      Comecei a trabalhar numa escola profissional como psicóloga relativamente há pouco tempo e recentemente integrei na equipa de ERASMUS e estou curiosa por saber mais e adquirir mais conhecimentos para poder partilhar com os restantes elementos.

  22. Estou no Ensino Profissional à 27 anos como formadora e durante sete anos fui coordenadora do Curso de Design. Recentemente fui integrada na equipa ERASMUS e apesar de ter conhecimento de alguns programas de mobilidade na minha Escola, não tenho nenhuma experiência prática na área. Esta formação vai certamente ser muito importante, porque me vai permitir adquirir os conhecimentos de que necessito para desempenhar as minhas funções.
    A Escola Profissional Val do Rio já tem uma longa experiência em projetos de mobilidade e o feedback que tenho tido, é o de que têm sido enriquecedores no sentido de serem uma mais valia para o desenvolvimento de competências sociais e profissionais da comunidade escolar.

    1. Olá Elsa,
      Muito obrigada por partilhar connosco a sua experiência. É muito bom saber que a Escola Profissional Val do Rio já tem experiência Erasmus e que convidam todos os seus professores a fazer parte da equipa.
      O nosso foco neste curso serão os projetos de mobilidade europeia para fins de aprendizagem (KA1) para o ensino e formação profissional, por isso terá oportunidade de adquirir um visão geral dos aspetos mais importantes para a organização e implementação de um projeto. As competências a Elsa já as tem, só ainda não as colocou em prática. Estamos aqui para apoiar e fazer este caminho consigo. Continue a partilhar e a colocar as suas dúvidas. Voltarei aqui com frequência para ajudar e responder aos comentários e questões.
      Bom trabalho.
      Cláudia Amaro

  23. Participar em projetos europeus permite-nos desenvolver novas práticas e partilha de trabalho em equipa, assim como, conhecer novas abordagens através do contacto com novas realidades.

    1. Olá Cristina,

      A palavra-chave é mesmo essa: PARTILHA.
      Obrigada por partilhar connosco a sua opinião, continue a fazê-lo, estaremos atentos a dúvidas, comentários ou sugestões que coloquem aqui.

      Até breve.
      Cláudia Amaro

  24. A Escola Profissional Bento de Jesus Caraça já participou pontualmente em projetos de mobilidade (consorcio) e as mais valias são inegáveis. Entretanto iremos candidatar-nos a título individual para proporcionar mobilidade aos nossos docentes e discentes de uma forma mais integrada no nosso funcionamento. Eu fui integrada na equipa ERASMUS da Escola e não tenho experiência, daí o meu interesse nesta formação.

    1. Olá Cidália,

      Muito obrigada pela partilha. A EP Bento Jesus Caraça é uma das Escolas parceiras do Projeto ENNE, no âmbito do qual estamos a desenvolver este MOOC. Esta é a primeira actividade que procura apoiar as escolas e os professores no desenvolvimento de competências de organização e gestão de projetos.
      Esperamos que o curso permita iniciar o seu caminho nesta aventura.

      Continue a partilhar opiniões, sugestões e comentários. Voltarei aqui com regularidade para ajudar.

      Obrigada e até breve.
      Cláudia Amaro

  25. Sou um estreante nestas andanças mas com larga experiência de ensino profissional em diferentes cursos de formação. Os objetivos do programa são uma mais valia para todos os seus intervenientes, pelas diferentes experiencias e contextos que poderá proporcionar no desenvolvimento de competências profissionais, presentes e/ou futuras.

    1. Olá Jorge,

      O Curso é mesmo para estreantes, mas com a experiência necessária no EFP, necessária para poder levar a cabo um projeto Erasmus para o EFP.
      Espero que o curso permita ter uma visão geral das necessidades que estes projetos exigem e que no final se sinta motivado a continuar. Continue a partilhar com as suas opiniões e dúvidas, voltaremos aqui com regularidade para apoiar no que for necessário.

      Até breve.
      Cláudia Amaro

  26. Maria da Guia Tavares

    lecciono no Agrupamento de Escolas D. Maria II-Braga e embora tenhamos prática em parcerias entre escolas e outros projetos europeus, só recentemente aceitamos o desafio de desenvolver projetos KA1 para o ensino e formação profissional dos nossos alunos. Trabalhamos e dedicamos a nossa energia para proporcionar aos alunos e aos seus professores oportunidades de desenvolvimento pessoal, cultural e profissional. Queremos uma escola dinâmica, de portas abertas para a partilha e aprendizagem, conscientes de que só em contextos europeus e de trabalho colaborativo seremos capazes de evoluir, criar e fomentar competências e contribuir para a construção de cidadãos europeus ativos e de plenos diretos.

    1. Olá Maria,

      Eu tive a oportunidade de desenvolver e participar em vários projetos Erasmus com alunos do EFP e posso dizer-lhe que é muito gratificante, para os alunos e para nós enquanto professores que os acompanhamos. Estou certa que a Escola D.Maria II não se vai arrepender de ter aceitado este desafio.

      A equipa ENNE está aqui para ajudar, por isso à medida que vá desenvolvendo o curso, partilhe a sua opinião, sugestões, dúvidas etc. Nós voltaremos aqui com frequência para apoiar e ajudar no que estiver ao nosso alcance.

      obrigada e até breve.
      Cláudia

  27. Para a Escola Profissional da Nazaré, proporcionar estas mobilidades aos alunos é uma mais-valia. A maioria dos alunos são de famílias com poucas oportunidades e, muitos deles, ficam na sua zona de conforto. O objetivo é dar a conhecer outras realidades para pensarem “out of the box”. Quanto a professores e staff, nada melhor do que trocar experiências com outros profissionais, partilhar ideias e melhorar competências. Com as mobilidades, o objetivo seria alargar horizontes, conhecer novos métodos de trabalho e incrementar competências transversais; estas últimas essenciais para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e para uma sociedade onde a adaptabilidade e flexibilidade é essencial.

    1. Olá Carla,
      O espirito Erasmus é mesmo esse e concordo consigo quando diz que os alunos do EFP ficam muitas vezes na sua zona de conforto, têm falta de confiança, até porque o EFP ainda tem, em Portugal, e de forma errada, uma conotação de ensino menor. No ENNE um dos nossos objetivos é também combater esta ideia errada e as mobilidade também podem contribuir para esse fim.
      Continue a partilhar a sua experiência, opiniões e sugestões ao longo dos módulos do curso , voltaremos aqui com frequência para apoiar e partilhar convosco a nossa experiência.
      Obrigada e até breve.
      Cláudia Amaro

  28. A região de Felgueiras, onde leciono, é uma região marcada pelo trabalho na indústria do calçado e também na agricultura, sobretudo com a produção de vinho e quivi.
    A maior parte dos alunos que frequentam os cursos profissionais da Escola Secundária de Felgueiras são oriundos de famílias onde os recursos económicos disponíveis são essenciais para a sua sobrevivência, não havendo, portanto, recursos económicos que possibilitem viajar ou aceder à cultura.
    A participação em projetos europeus representa para os alunos o acesso a outras culturas, costumes, línguas e métodos de trabalho. O conhecimento e as competências aqui adquiridos são um fator importante para o seu desenvolvimento enquanto pessoas e profissionais. Ao tornarem-se mais autónomos apresentam uma mais-valia para as comunidades onde vivem, pois tornam-se trabalhadores mais empreendedores e confiantes no seu desempenho.

    1. Olá Luísa,
      Sim, muitos dos alunos do EFP não têm oportunidade nem recursos para alargarem os seus horizontes, conhecerem outras culturas e realidades, e esta é de facto uma oportunidade única e transformadora. Sabemos que não chega a todos, mas aos que chega, transforma.
      Continue a partilhar as sua experiência e opiniões connosco, voltaremos aqui com regularidade para vos apoiar no que estiver ao nosso alcance.

      Obrigada e até breve.
      Cláudia Amaro

  29. Ângela Magalhães

    É uma mais-valia para todos os intervenientes (professores, alunos, formadores, colaboradores,…), ao contactar com diferentes realidades e diferentes formas de atuar. Conhecer outras realidades permite-nos conhecer e valorizar a nossa realidade, bem como possibilita a integração de novos conhecimentos/práticas.

  30. Perante o ritmo acelerado da nossa profissão, considero que a mobilidade europeia já começa a estar inserida e a fazer parte das nossas vidas quotidianas, conquistando a educação e permitindo uma crescente conectividade entre professores portugueses e da união europeia. Através da mobilidade europeia, os docentes beneficiam, no imediato, das partilhas e progressos do conhecimento científico e tecnológico. Neste sentido, os benefícios são inúmeros e os nossos alunos saem vencedores desta partilha de experiências, respondendo mais eficazmente às suas necessidades e contribuindo para uma mudança positiva na sociedade. A cooperação, sendo um conceito-chave para o envolvimento e a capacidade dos profissionais de educação, penso que irá contribuir para o sucesso de uma visão de um meio envolvente onde os profissionais na área da educação possam tirar proveito das oportunidades e identificar-se com os valores europeus: igualdade para todos os géneros, sociedades inclusivas, informação e diálogo construtivo, saúde mental e bem-estar, impulsionar os alunos, trabalho de qualidade para todos, educação de qualidade, espaço e participação para todos, organizações e programas europeus.

    1. Olá,
      A mobilidade e a necessidade de nos adaptarmos e interagirmos com ambientes profissionais cada vez mais multiculturais é, de facto, já uma realidade e apesar de muitas vezes o fazermos de forma inconsciente, sabemos que há competências importantes para as quais, enquanto formadores, também devemos preparar os nossos alunos, bem como refletirmos sobre as nossas próprias competências. Participar e desenvolver uma experiência de mobilidade noutro contexto, com outros colegas é sem dúvida a melhor forma de desenvolver essas competência.
      Obrigada pela partilha, continue a deixar-nos a sua opinião ao longo do Mooc, voltaremos aqui com regularidade para partilhar a nossa experiência convosco.
      Cláudia Amaro

  31. Este tipo de projeto permite, sem dúvida, o alargamento de horizontes, a diversos níveis, de cada um dos elementos integrados no mesmo.
    Toda a dinâmica do projeto oferece uma série de incentivos a todos os envolvidos, no entanto, julgo que a maioria dos participantes tem por fim adquirir novas experiências, conhecimentos e, com isso, mudar estratégias de ensino e de aprendizagem.

    1. Olá Nuno,
      Sim, os projetos Erasmus são muito importantes para os alunos, mas sem dúvida que são também muito importantes para os professores partilharem experiências e desenvolverem novas estratégias de ensino e de aprendizagem. Ao desafiar-vos a partilharem estas ideias, o nosso objetivo é reunir um conjunto de mais valias que os projetos podem trazer, fazer um levantamento das necessidades, dos aspetos que vos parecem relevantes, pois numa fase posterior teremos de conceber o nosso projeto de forma a que a sua implementação nos permita trabalhar esses aspectos. Não podemos, com um único projeto, abordar todos os aspetos, mas podemos identificar alguns e definir metas para os atingir.
      Obrigada pela partilha, continue a fazê-lo, estamos aqui para vos acompanhar e partilhar a nossa experiência.
      Cláudia Amaro

  32. Aprendizagem de novas práticas profissionais ou de abordagens diferentes que me ajudem a melhorar o meu desempenho profissional e a potenciar o sucesso dos me rodeiam na Escola Profissional onde trabalho.

    1. Olá Patricia,
      Os projetos Erasmus são por si só uma abordagem e prática profissional diferente e muito poderosa na dinâmica que traz às escolas, aos alunos e professores. Os processos de candidatura são exigentes, mas quando conseguimos a aprovação e temos a oportunidade de implementar um projeto, de participar nas actividades e nas mobilidade ou promover a participação e a mobilidade dos nossos alunos e colegas potenciamos o sucesso de toda uma comunidade.
      Obrigada pela partilha continue a fazê-lo, voltaremos aqui com regularidade para partilhar convosco também a nossa experiência.
      Cláudia Amaro

      1. O Instituto Tecnológico e Profissional da Figueira da Foz já teve projetos no âmbito do Leonardo da Vinci, mas nunca participei diretamente nos mesmos. Embora já tenha realizado várias candidaturas, apenas este ano vimos o nosso projeto aprovado. Sem dúvida que esta é uma experiência com inúmeras vantagens quer para os alunos que participam, quer para a restante comunidade educativa pela troca de experiências, pelas amizades que se estabelecem e pelas oportunidades transversais que se apresentam. Estes projetos são sem dúvida a única oportunidade para alguns dos nossos alunos viajarem e terem contacto com outras culturas e, por conseguinte, incentiverem outros a participar.

  33. O mundo está em constante transformação e cada vez mais somos confrontados com grandes mudanças e desafios e o ensino não é exceção. No meu entender há uma mais valia para mim e essencialmente para os meus alunos participar em projetos Europeus que devem culminar com a mobilidade Europeia como uma partilha de conhecimento, práticas e novas metodologias. O ano passado comecei a fazer projetos no Etwinning com parceiros Europeu. Foi um desafio e o ponto de partida para querer ir mais além. Eu e os meus alunos aprendemos imenso com os projetos em que participamos e a partir daí pensei que a mobilidade Europeia seria algo em grande que marcaria sem dúvida a vida deles.

    1. Olá Orquídea,
      Obrigada pela partilha. É mesmo assim, quando nos envolvemos pela primeira vez num projeto Europeu, que pressupõe a partilha e a cooperação com os outros, normalmente de outro país e cultura, já não há volta a dar, queremos continuar e aprender mais. O que nós enquanto professores sentimos, também o sentem os nossos alunos, quanto mais os envolvermos no processo, mais competências eles e nós desenvolvemos.
      Espero que este curso ajude dar esse próximo passo, do Etwinning para as mobilidades, sendo certo que a sua experiência no Etwinning é já uma mais valia.
      Continue a partilhar, voltaremos aqui com regularidade para partilhar convosco também.
      Cláudia Amaro

  34. Bem vindos ao MOOC sobre “Gestão de Projetos de Mobilidade Europeia”!
    A equipa ENNE Portugal está muito contente por tê-lo aqui e mal pode esperar por trabalhar consigo
    Esperamos que este curso seja muito informativo e gratificante
    Boa sorte!

  35. Para o Agrupamento de Escolas de Santo André, seria uma mais-valia, sobretudo porque o público-alvo que escolhe este tipo de formação fá-lo porque está em risco de abandono escolar e é proveninete de familias com muitas dificuldades económicas. Com este tipo de inciativa, estariamos a promover o desenvolvimento de competências profissionais através do contacto com novas realidades e metodologias de trabalho a nível internacional, partilha de conhecimentos, novas práticas e novos métodos de trabalho, mas tem também como a incrementar competências sociais e emocionais, competências estas que o mercado de trabalho procura e valoriza cada vez mais.

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