u2_2

Programa financiador

Erasmus+

Agora que está convencido sobre os benefícios de viver e trabalhar no estrangeiro por um período de tempo, vamos dar uma vista de olhos ao programa europeu que facilita a implementação dos seus planos. Qualquer organização de EFP pode candidatar-se a financiamento.


Tem alguma questão ou quer partilhar alguma ideia connosco e com os outros participantes do curso?

Acompanhamento on-line 16.11. – 25.11.2020

19 thoughts on “u2_2”

  1. ALEXANDRE PEREIRA REIS

    Sumariaria com as minhas motivações que, no futuro, se poderão transformar em questões e sugestões.

    Capitalizar os conhecimentos gerais que tenho sobre os Programas Erasmus + e sobre a Acreditação Eramus +, sobretudo no que concerne à iniciativa VET.

    Quero, ainda, aprofundar conhecimentos sobre os consórcios que foram estabelecidos no âmbito dos VET, sobretudo ao nível da gestão, disseminação e avaliação.

    Para além disso, estou particularmente interessado em trabalhar nos planos de internacionalização das entidades parceiras nos programas, na senda daquilo que é preconizado pelo guia “GO INTERNATIONAL – A pratical guide on strategic internationalisation in Vocational Education and Training. É uma área, pelo que sei, que tem merecido pouca atenção por parte dos promotores das candidaturas. Para podermos dar escala e notoriedade às iniciativas VET temos de desenvolver uma estratégia de comunicação e internacionalização. Isto implicará, por parte da entidades que participam nos programas, a criação de um plano de comunicação e marketing e a definição de uma estratégia de internacionalização, apensa àquele plano.

  2. Infelizmente, a escola atual onde estou nunca se debruçou sobre essas experiências e tem adiado (apesar de alguma insistência minha) a candidatura à Acreditação Erasmus.
    Tenho experiência numa outra escola onde trabalhei, que inclusive tinha uma pessoa responsável por todos esses programas.
    Vou continuando a insistir!

  3. Boa tarde,
    este MOOC é o primeiro contacto que tenho com o programa ERASMUS+ e todas as informações sobre mobilidade europeias, financiamentos, candidaturas e implementação. Até agora estou extremamente surpreendida com a quantidade de organizações envolvidas e apoio através de formulários, plataformas, agências nacionais em todos os países. é, de facto, uma excelente iniciativa e mais valia nas escolas e empresas.
    Desejo a todos boa sorte e muitos projetos de sucesso!

  4. As candidaturas são feitas por agrupamento ou por escola?
    No meu agrupamento sei que a escola secundária já perticipou em projetos Erasmus mais. A Escola Básica ainda não.
    A minha dúvida é se é possível fazer a candidatura para a Escola Básica e para alunos que são menores de idade. Há alguma complicação por isso?
    Para este projetos temos de temos de ter parcerias com professores de outros países?
    O projeto é feito em comum ou em separado?
    Obrigada.

    1. Olá, bom dia. No caso deste Mooc, o nosso foco é o EFP e as mobilidades para fins de aprendizagem(estágio, formação em centro de formação profissional no estrangeiro) no caso dos alunos, ou, no caso de docentes, atividades de job-shadowing / atividades de formação de docentes portugueses noutras entidades estrangeiras, enquadradas na Ação-chave 1. A candidatura à acreditação que aqui descrevemos é também enquadrada nesta ação-chave e para esta tipologia de ensino.
      Ainda assim, posso informar que o programa tem outras linhas de financiamento, que inclui o Ensino Básico, nesse caso, o que me parece mais indicado são as Parcerias Estratégicas nos domínios da educação, da formação e da juventude, no âmbito da ação-chave 2, para o qual não existe processo de acreditação, mas um período para a submissão de candidaturas.
      Uma vez que o convite à apresentação de candidaturas para o novo programa ainda não foi publicado, não temos como dar informação mais concreta, sobre o período e o processo, apenas aquela que conhecemos dos programas anteriores e que está disponível no Guia Erasmus que pode consultar em: https://ec.europa.eu/programmes/erasmus-plus/programme-guide/part-b/three-key-actions/key-action-2/strategic-partnerships-field-education-training-youth_pt
      (parte especifica dedicada às Parcerias – Ação-chave 2. Continuação de um bom trabalho e até breve!

  5. No meu Agrupamento de Escolas temos já um longo histórico de participação no programa Erasmus +.

    Tem sido um privilégio este trabalho.

  6. Na nossa escola os projetos Erasmus+ estão cimentados e há uma equipa de trabalho experiente a coordenar.
    O desafio que eu queria abraçar é o de incluir projetos direcionados ao Ensino Profissional especificamente, ou, em alternativa, conseguir atrair os alunos do Ensino Profissional para o Clube Erasmus+.

  7. No meu Agrupamento estamos a criar uma equipa Erasmus, que nos permita realziar a acreditação no próximo ano. Para já a familiarizar-nos com todo o processo de de gestão destes projetos uma vez que somos coordenadores de um consórcio de mais 3 escolas. Para já o trabalho colaborativo e partilhado tem compensado a aprendizagem. Este mooc, é mais uma ferramenta de apoio à aprendizagem.

    1. Olá Elsa, parece-me uma boa estratégia, familiarizarem-se com o programa e o processo de gestão, ir compilando informação e definindo o plano de internacionalização da Escola / Consórcio. Quando diz que são coordenadores de outras 3 escolas, refere-se a outras 3 escolas portuguesas? São escolas que pertencem ao mesmo Agrupamento? Não se esqueça que a acreditação é feita por sector educativo (Adultos, Escolar, EFP) caso tenham sectores diferentes podem e devem fazer candidaturas por sector.
      Neste Mooc o foco é o EFP. Apesar do processo ser semelhante nos outros sectores, a informação que aqui apresentamos é focada neste sector, porque o Projeto ENNE pretende promover este sector.

      Obrigada pela partilha.

  8. Maria João de Magalhães Seruca de Oliveira

    Outra questão …Se o meu Agrupamento já tiver feito uma acreditação para a ação Chave 1 (a 29 de de outubro), já não será possível fazer mais candidaturas?

    1. Olá Maria. O convite à Acreditação Erasmus é anual. Uma vez que não foi possível submeter a sua candidatura em Outubro 2020, poderá fazê-lo todos os anos até que seja aprovada (2021-2027). Quando o seu Agrupamento for aprovado, não irá precisar de se candidatar novamente até 2027 e terá acesso simplificado a financiamento para as mobilidades Erasmus KA1. Cada instituição poderá ter 1 acreditação individual por cada setor educativo, caso a instituição trabalhe com vários programas educativos. São eles: Ensino Escolar, Ensino e Formação Profissional, Educação de Adultos e Ensino Superior. Deverá analisar os setores educativos do seu agrupamento e submeter candidatura à acreditação aqueles que forem mais pertinentes. A documentação sobre a acreditação encontra-se na página da Agência Nacional, no link https://www.erasmusmais.pt/acreditacao-erasmus . Em alternativa à Acreditação, podem continuar a fazer projetos KA1 de curta duração. No entanto, prevê-se que com este novo programa, os projetos tenham a duração máxima de 1 ano e um limite de número de participantes. Outra limitação será que, no prazo de 5 anos, cada instituição só poderá ter 2 projetos KA1 de curta duração. Para este tipo de projetos, o convite também será anual e será lançado entre outubro/novembro. Continuação de bom trabalho e até breve!

  9. Maria João de Magalhães Seruca de Oliveira

    Bom dia,

    Deixei passar o prazo de candidatura para fazer a acreditação da minha escola para projeto Erasmus+ (Muito trabalho neste período). Pelo que percebi haverá outro prazo. Saberá dizer-me qual?. Se fosse possível também algum apoio para perceber melhor como fazer acreditação da minha Instituição. Obrigada!

  10. Desejo sorte e sucesso a todos. A Escola Profissional está a abraçar o projeto de mobilidades com afinco e vontade! Proporcionar à nossa comunidade escolar oprtunidades destas é, sem dúvida, uma mais-valia para os participantes.

  11. Sou psicóloga educacional numa Escola Profissional e sem qualquer experiência em projetos deste género. Já tiveram psicólogos a participar neste projeto? Se sim, que tipo participação ou intervenção tiveram? Obrigada!

    1. Olá Patrícia,
      Estou certa que enquanto psicóloga educacional terá muito a aportar aos projetos Erasmus. Pessoalmente, nunca trabalhei diretamente com colegas da área da psicologia, no âmbito dos projetos Europeus, mas posso dizer-lhe que vejo a sua intervenção como muito importante a diferentes níveis; mais à frente no curso, provavelmente, vai identifica-los com facilidade. Deixo aqui apenas 2 que considero muito importantes: a definição de critérios de seleção e a própria seleção dos participantes, bem como a sua preparação para o período de mobilidade, por exemplo. A adaptação a outro país, a outra cultura, longe das famílias e da sua zona de conforto, pode ser um desafio para os participantes; sei, por experiência própria que alguns jovens não conseguem encontrar a coragem para participarem e acabam por não participarem, outros aceitam o desafio, mas nos primeiros dias precisam de apoio, estou certa que a Patrícia teria um conjunto de técnicas para ajudar os jovens nestas e noutras questões. Enquanto psicóloga e potencial participante de uma mobilidade, no âmbito do projeto da Escola, também poderia ter a oportunidade de fazer formação ou uma atividade de “Job-Shadowing” noutra instituição e partilhar e desenvolver competências com outros colegas.
      Não desista 🙂 o programa Erasmus também é para os psicólogos educacionais e a nossa comunidade ENNE aqui tem muito a ganhar com as suas partilhas.
      Obrigada.
      Cláudia Amaro

    2. Olá Patrícia! Sou psicóloga numa Escola Profissional e sou a coordenadora de projetos Erasmus. Sinto que pelo facto de ser psicóloga consigo fazer um bom acompanhamento dos participantes (modéstia à parte), assim como no apoio às candidaturas e mobilidades de alunos (preparação de CVs, entrevistas…). Em termos de participação, julgo que seja muito interessante perceber como funcionam outras escolas (a mim, por exemplo, interessa-me muito saber como trabalham a transição para a vida ativa).

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